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sexta-feira, 26 de junho de 2015

11 3151-5000 DESENTUPIDORA SÃO PAULO ALERTA: POPULAÇÃO AINDA SOFRE COM FALTA D'ÁGUA

Diversos bairros só recebem água durante algumas horas do dia


Neste dia 25 de junho Dilma Rousseff e o governador paulista, Geraldo Alckmin assinaram contrato de financiamento para interligar as represas do Jaguari (Bacia do Rio Paraíba do Sul), e Atibainha, (Sistema Cantareira, que atende a região metropolitana da Capital).

A obra, mesmo em caráter emergencial, só ficará pronta em 2017, consumindo investimentos de R$ 830,5 milhões, 90% financiados pelo BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - e o restante pela Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

A meta é duplicar a capacidade das duas represas, de 1 bilhão de metros cúbicos para 2,1 bilhões de metros cúbicos, gerando um acréscimo de 5 metros cúbicos de água por segundo na capacidade de fornecimento do Sistema Cantareira.

Já faz algum tempo que a Desentupidora São Paulo vem alertando a população para a necessidade do uso consciente e responsável da água.

Apesar de o governador afirmar que não há rodízio no fornecimento de água no Estado, os paulistas ainda sofrem com a falta de água. É impossível saber exatamente quais efeitos da crise hídrica no Estado ainda persistem, mas infelizmente os paulistanos continuam sofrendo com as restrições ao consumo.

Há lugares em que a água só chega por algumas horas na madrugada e pela manhã as torneiras já estão novamente secas. Muitas vezes, o fornecimento parcial não é suficiente para enchera caixas de água e outros reservatórios.

É importante lembrar que a crise de água em São Paulo continua e que a utilização dos recursos naturais de forma sustentável contribui para minimizar o problema.

Como as chuvas continuam reduzidas, o melhor e mais otimista dos cenários, indica que se chover o tanto que os meteorologistas esperam, o Sistema Cantareira voltará a operar em 2016 com 30% de seu volume normal.

A urbanização desordenada, a verticalização, a impermeabilização do solo, a sobrecarga do sistema de abastecimento, a falta de coleta e de tratamento do esgoto, aumentaram a poluição dos rios e mananciais, além de dificultar o acesso à água potável. Evitar o descarte irregular de detritos nos esgotos, executar desentupimentos preventivos, a construção, manutenção e limpeza regular de fossas podem ajudar a reduzir esses problemas.

Se o entupimento for causado por detritos sólidos resistentes, além das sondas desentupidoras convencionais com cabos flexíveis e ponteiras especiais, também são utilizados sistemas de hidrojateamento que através de bombas de alta pressão e torpedos que trituram e removem qualquer tipo de resíduo, sem riscos para as instalações sanitárias.

Defeitos ocultos nas tubulações podem resultar em vazamentos de esgoto que além de contaminar o solo, lençóis freáticos e reservas hídricas naturais, causam danos ao patrimônio com abalos na estrutura das fundações de imóveis. Nessas situações, a Desentupidora São Paulo disponibiliza os sistemas de vídeo inspeção. Micro câmeras ou macro câmeras com iluminação por LEDs são introduzidas nas tubulações para realizar uma endoscopia (diagnósticos por imagem nos encanamentos), identificando irregularidades com clareza para reparos com absoluta precisão.

A Sabesp estima que 25% da água tratada se perde no caminho entre a distribuidora e as torneiras, mas reportagem recente do Estadão, informa que essa perda pode chegar a 31%.

Na Califórnia, EUA, onde desde 2013, chove bem menos que em São Paulo, a situação é bem parecida com a nossa. Lá, o governo decretou estado de emergência e tomou medidas drásticas para preservar os recursos hídricos e evitar desperdício. Quem for pego desperdiçando, é multado. Aqui, além da redução da pressão do abastecimento, quem economiza pelo menos 20% ganha desconto de 30% no valor da conta de água.

O crescimento da população é um dos responsáveis pela crise hídrica. Em 1960, a capital pulou de 4,8 milhões para 11,8 milhões de moradores em 2013, sem contar as cidades da região metropolitana.


Ainda que se promova a redução drástica no consumo de água, também é preciso estabelecer um plano de gestão mais eficiente para o abastecimento de água em São Paulo. Se voltar a chover a normalmente, pode levar até 10 anos para que o Sistema Cantareira recupere seu nível normal. Sem investimentos em novos reservatórios, a curto prazo, os atuais não darão conta do recado.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

11 3151-5000 DESENTUPIDORA ALERTA: ESPUMA TÓXICA CHEGA AO TIETÊ PELO ESGOTO DAS PIAS

Excesso de detergente usado na pia da cozinha é a causa da espuma tóxica que cobre trechos do Rio Tietê


Baixa vazão do rio principalmente durante o inverno, e o descarte irregular nos esgotos domésticos, são os principais vilões que formam a espuma tóxica frequentemente exibida pelo Tietê. 

Rafael Pacheco/Fotos Públicas

Rafael Pacheco/Fotos Públicas
Terça-feira (23 de junho de 2015), Pirapora de Bom Jesus, na Grande São Paulo, amanheceu com praças e ruas cobertas por uma densa camada de espuma branca, mau cheirosa, altamente tóxica e prejudicial à saúde. 
Soprada pelo vento, a espuma atingiu pontes e vias públicas, ameaçando alcançar imóveis próximo das margens.
A Cetesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo) culpa a falta de chuvas, que ajudaria a dispersar os detergentes não degradáveis e evitaria a formação das espumas; os esgotos domésticos não tratados; e a falta de oxigênio na água como as principais razões para a ocorrência do fenômeno, que em por causa da estiagem, também foi visto em fevereiro junto da ponte dos Remédios, na zona oeste da capital paulista.
Além dos riscos para a saúde da população, os moradores de Pirapora do Bom Jesus estão preocupados com os prejuízos materiais, pois a espuma tóxica deixa manchas nas roupas, no chão e pintura dos carros.
Rica em sulfeto de hidrogênio H2S(g) e coliformes nocivos a saúde, a espuma tóxica atingiu cerca 5 metros de altura em 13 km de extensão do rio.
Quimicamente, essa espuma é formada por uma solução de gás em líquido tensoativo biodegradável. Detergentes domésticos usados na lavagem de louças são separados da espuma por filtração. Sem o processo, gerar tensão na superfície da água, facilitando a formação de espuma.
Desentupidora São Paulo alerta que a solução só virá com a conscientização da sociedade para evitar o descarte irregular de detritos nos esgotos, além de investimentos públicos visando a implantação de programas eficientes para tratamento, coleta e destinação final adequada dos esgotos. Desentupimentos preventivos e a limpeza regular dos encanamentos e caixas de esgoto também contribuem para evitar o acúmulo de detritos que causam transtornos nos imóveis residenciais, comerciais ou industriais. A limpeza de fossas e de outros sistemas primários de tratamento também ajudam a evitar que resíduos tóxicos contaminem os mananciais, nascentes e reservar hídricas.
Quando o esgoto estiver obstruído por detritos sólidos, a Desentupidora São Paulo disponibiliza o sistema de hidrojateamento, que utiliza bombas de alta pressão e torpedos de aço para triturar e retirar das tubulações os resíduos mais resistentes. Caso haja alguma irregularidade oculta, os equipamentos de vídeo inspeção realizam diagnósticos por imagem com gravação em DVD, uma endoscopia das tubulações, que identificam com absoluta clareza e precisão o ponto exato para realização do reparo, evitando quebras desnecessárias de pisos e paredes.

domingo, 9 de novembro de 2014

Desentupimento Sustentável

Hoje, todos sentem claramente os efeitos do impacto ambiental resultante das ações de pessoas e empresas que por muito tempo desenvolveram atividades agredindo o meio ambiente de forma indiscriminada, em que a meta era a busca do lucro a qualquer custo.
            O aumento das temperaturas entre 1 e 2 graus centígrados anuais, bem como as alterações climáticas, estão confundindo o comportamento das estações do ano. E isso também faz parte da dívida ambiental a ser paga.
O mais emblemático destes acontecimentos é a ocorrência de estiagens severas em algumas regiões e de enchentes em outras, desequilibrando e desarmonizando o meio ambiente, tornando-o imprevisível
A Desentupidora São Paulo atua com utilização de água de reúso, e ao realizar a limpeza de fossas, encaminha o resíduo líquido gerado para estação de tratamento de esgoto. Ao contratar uma desentupidora, verifique se a mesma possui atitudes responsáveis com relação a meio ambiente. A Desentupidora São Paulo atua de forma consciente e sustentável. A Desentupidora São Paulo possui tecnologias modernas e eficientes para executar o desentupimento, através de vídeo inspeção, identifica com precisão o local que está entupido e a causa, resolvendo com agilidade o entupimento. Precisando de desentupimento de esgoto? Contrate a Desentupidora São Paulo!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Audiência pública vai debater sistema de esgoto sanitário

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), a Prefeitura de Cascavel e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizam nesta sexta-feira (8/8) audiência pública para apresentação das obras de ampliação do Sistema de Esgoto Sanitário da cidade.

No conjunto de obras está prevista a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto da Região Sul da cidade e a implantação de um interceptor de esgoto na região do Lago Municipal. O interceptor é uma rede de grande diâmetro responsável por receber o esgoto das redes coletoras e transportar até a Estação de Tratamento.

O evento será no salão da Associação de Moradores dos Bairros Itaipu/Caravelli, na Rua José do Patrocínio esquina com a Rua Tiradentes.

A exemplo das assembleias, a audiência terá a primeira chamada às 18 horas e a segunda às 18h30. Todos os moradores do entorno do Lago foram convidados a participar da audiência.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

A Desentupidora São Paulo atua no desentupimento de esgoto e limpeza de fossa através de hidrojateamento e vídeo inspeção.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Caixas de Gordura

Caixas de gordura são locais destinados a reter, na sua parte superior as gorduras, graxas e óleos contidos no esgoto, formando camadas que devem ser removidas periodicamente, evitando que estes componentes escoem livremente pela rede de esgoto, causando obstrução da mesma (ABNT, 1999).
A caixa de gordura deve ser instalada na saída da água utilizada na pia e na máquina de lavar louças e antes de chegar à rede pública de esgoto - é um pequeno tanque que retém a gordura lançada na pia ou presente na louça e panelas das casas e restaurantes. Quando esfria, a gordura se transforma em blocos sólidos que se fixam nas paredes das tubulações, reduzindo o espaço para a passagem do esgoto, e, por conseqüência, provocando entupimentos e transbordamentos. Se a rede coletora de esgoto estiver entupida, há risco de o esgoto retornar para dentro do imóvel.
A gordura causa obstrução da rede de esgoto. Para cada situação, uma equipe de manutenção precisa interromper seus serviços e deslocar-se até o local para fazer a limpeza e desentupir a rede. A gordura vai parar na rede de esgoto porque há imóveis onde a caixa de gordura não foi instalada. A função da caixa é reter este tipo de material, que, periodicamente, deve ser retirado da caixa e destinado adequadamente.
A caixa retém a gordura porque esta não se mistura com a água. A gordura acaba boiando na superfície da caixa e a água utilizada na cozinha segue, então, pela tubulação de esgoto. A implantação da caixa de gordura não é cara, principalmente considerando-se a relação custo/benefício. É encontrada em lojas de material de construção.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da NBR 8160, orienta sobre a construção de todos os tipos de caixa de gordura. Consultando a Norma é possível saber o dimensionamento para cada imóvel. Em residências com até duas pias, a caixa precisa ter capacidade mínima para 18 litros. As caixas de gordura devem ser instaladas no lado interno do alinhamento predial, não sendo permitidas no passeio.
Instalada na rede interna de esgoto, a caixa pode ser de plástico (PVC), fibra de vidro, concreto ou alvenaria. Deve ser instalada em local de fácil acesso, ter tampa removível (para permitir a limpeza) e estar completamente vedada para garantir seu bom funcionamento.
O óleo de fritura nunca deve ser despejado na pia porque vai se acumular na caixa de gordura. Também não deve ser jogado nas bocas de lobo ou bueiro por onde é escoada a água da chuva, pois pode contaminar o solo ou a água. A orientação é guardá-lo em um vidro. Quando o vidro estiver cheio, entregar em postos de coleta.
 É importante verificar as condições da caixa de gordura a cada 30 dias ou com frequência maior, caso na cozinha sejam lavados utensílios muitos engordurados, ou se há o uso constante de óleo de fritura, seja em frigideiras ou chapas. Uma caixa entupida pode causar mau cheiro e vazamentos através da tampa, entupimento da rede interna, retorno do esgoto para dentro das casas pelos ralos e escoamento lento no ralo da pia.
Para limpar a caixa, a pia não deve estar sendo utilizada. A Desentupidora São Paulo é especializada em limpeza de caixas de gordura, caixas de decantação, poços de recalque, esgotamento de inundação. Realiza a limpeza e raspagem de todos os resíduos e detritos acumulados nas paredes internas das tubulações eliminando odores provocados por gases.
A falta de limpeza de sua caixa de gordura poderá lhe causar alguns transtornos, tais como:

- Transbordamento através da tampa;
- Entupimento das canalizações;
- Escoamento Lento da água pelo ralo da pia;
- Mau cheiro.

 A empresa DESENTUPIDORA São Paulo – CAIXA DE GORDURA: Trabalha na limpeza e remoção de detritos utilizando equipamentos de última geração, caminhões auto vácuo, alta pressão e hidrojateamento equipados com tanque de 7m³ e 12m³.

Com alta experiência em desobstruções de tubulações e galerias de ESGOTO com diâmetros de 6” polegadas até 80cm de diâmetro. 




Fonte: SANEPAR

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Legislação ambiental aplicada à efluentes

De acordo com o Decreto Estadual 8468/76, onde houver sistema público de esgotos, em condições de atendimento, os efluentes de qualquer fonte poluidora deverão ser nele lançados.
Ainda estabelece que os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados em sistema de esgotos, provido de tratamento com capacidade e de tipo adequados, se obedecerem às seguintes condições:
I - pH entre 6,0 (seis inteiros) e 10,0 (dez inteiros);
II - temperatura inferior a 40º C (quarenta graus Celsius);
III - materiais sedimentáveis até 20 ml/l (vinte mililitros por litro) em teste de 1 (uma) hora em "cone Imhoff";
IV - ausência de óleo e graxas visíveis e concentração máxima de 150 mg/l (cento e cinqüenta miligramas por litro) de substâncias solúveis em hexano;
V - ausência de solventes, gasolina, óleos leves e substâncias explosivas ou inflamáveis em geral;
VI - ausência de despejos que causem ou possam causar obstrução das canalizações ou qualquer interferência na operação do sistema de esgotos;
VII - ausência de qualquer substância em concentração potencialmente tóxicas a processos biológicos de tratamento de esgotos;
VIII - concentrações máximas dos seguintes elementos, conjuntos de elementos ou substâncias:
a)arsênico, cádmio, chumbo, cobre, cromo hexavalente, mercúrio, prata e selênio - 1,5 mg/l (um e meio miligrama por litro) de cada elemento sujeitas à restrição;
b) cromo total e zinco 5,0 mg/l (cinco miligramas por litro) de cada elemento, sujeitas ainda à restrição;
c) estanho - 4,0 mg/l (quatro miligramas por litro), sujeita ainda à restrição;
d) níquel - 2,0 mg/l (dois miligramas por litro), sujeita ainda à restrição;
e) cromo hexavalente - total de 5,0 mg/l(cinco miligramas por litro;
f) cianeto - 0,2 mg/l (dois décimos de miligramas por litro);
g) fenol - 5,0 mg/l (cinco miligramas por litro);
h) ferro solúvel - (Fe2+) - 15,0 mg/l (quinze miligramas por litro)
i) fluoreto - 10,0 mg/l (dez miligramas por litro)
j) sulfeto - 1,0 mg/l (um miligrama por litro);
l) sulfato - 1.000 mg/l (mil miligrama por litro);
IX - regime de lançamento contínuo de 24 (vinte e quatro) horas por dia, com vazão máxima de até 1,5 (uma vez e meia) a vazão diária;
X - ausência de águas pluviais em qualquer quantidade.


Os efluentes líquidos, excetuados os de origem sanitária, lançados nos sistemas públicos de coleta de esgotos, estão sujeitos a pré-tratamento que os enquadre nos padrões estabelecidos acima citados. O lodo proveniente de sistemas de tratamento das fontes de poluição industrial, bem como o material proveniente da limpeza de fossas sépticas, poderá, a critério e mediante autorização expressa da entidade responsável pela operação do sistema, ser recebido pelo sistema público de esgotos, proibida sua disposição em galerias de águas pluviais ou em corpo d'água.
Os efluentes líquidos provenientes de indústrias deverão ser coletados separadamente, através de sistemas próprios independentes, conforme sua origem e natureza, assim destinados:
I - à coleta e disposição final das águas pluviais;
II - à coleta de despejos sanitários e industriais, conjunta ou separadamente, e;
III - às águas de refrigeração.
    Os despejos referentes à coleta de despejos sanitários e industriais, deverão ser lançados à rede pública através de ligação única, cabendo à entidade responsável pelo sistema público admitir, em casos excepcionais, o recebimento dos efluentes por mais de uma ligação.
  O lançamento de efluentes em sistemas públicos de esgotos será sempre feito por gravidade e, se houver necessidade de recalque, os efluentes deverão ser lançados em caixa de "quebrapressão", da qual partirão por gravidade para a rede coletora.
  O lançamento de despejos industriais à rede pública de esgotos será provido de dispositivos de amostragem e/ou medição na forma estabelecida em normas editadas pela entidade responsável pelo sistema.
  Para efeito de aplicação das sanções cabíveis, as entidades responsáveis pelos sistemas públicos de esgotos comunicarão à CETESB as infrações constatadas, no tocante ao lançamento de despejos em suas respectivas redes em desconformidade com o instituído no Decreto Estadual 8468/76.

Referência

Decreto Estadual 8468/76

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Métodos não destrutivos em desentupimentos

Desentupidora São Paulo atua com métodos não destrutivos em desentupimentos (MND), que reduzem as necessidades de intervenções nas superfícies, evitando rupturas de pisos ou paredes, proporcionando menos interrupções de tráfego e desocupação dos ambientes em que ocorrem problemas, principalmente em tubulações instaladas nos subsolos.
Os materiais e equipamentos utilizados pela Divisão de Métodos Não Destrutivos da Desentupidora São Paulo  são específicos para realizar reparos, recuperação, substituição ou reabilitação de tubulações de ferro fundido, cerâmica (manilha), concreto armado, cimento amianto, PVC, ferro dúctil ou aço construído no solo, que se encontrem avariado.
Algumas irregularidades são potenciais causadoras de avarias em redes de esgoto e de águas pluviais, entre as quais se destacam a deterioração, o desgaste pelo tempo de uso, dificuldades de reposição por descontinuidade de fabricação, incrustações de resíduos solidificados nas paredes dos encanamentos, corrosão, vazamentos por rupturas, sub-dimensionamentos, declives insuficientes para proporcionar vazão por gravidade, quebras, trincas e intrusão de raízes.
Nos países desenvolvidos, as redes de esgotos são monitoradas e diagnosticadas através de método não destrutivo (vídeo inspeção) em intervalos máximos de cinco anos.
Com os métodos não destrutivos, os desentupimentos são realizados com o mínimo de interferências internas, externas ou no entorno das edificações, permitindo que as atividades exercidas nos locais por moradores, indústrias, comércio e prestação de serviços não sejam interrompidas.

Além de reduzir a necessidade de abertura de pisos e paredes para a realizar eventuais reparos, a Divisão de Métodos Não Destrutivos da Desentupidora São Paulo desenvolve ações preventivas com equipamentos de limpeza periódica (desentupimentos e raspagens), pesquisas e investigações de campo, mapeamento da redes existentes no subsolo por meio de geo radar (GPR - Ground Penetrating Radar), detecção eletromagnética (via rádio detecção) e por ultrassom (Geofone).
vídeo inspeção e os diagnósticos por imagem são recursos fundamentais para determinar qual método não destrutivo deve ser empregado na desobstrução.
O sistema de vídeo inspeção e diagnóstico por imagem por CFTV (Circuito Fechado de TV) da Desentupidora São Paulo utiliza a tecnologia “pipe view”, com câmeras especiais robotizadas dotadas de lentes de cristal de safira ultra resistentes e cabos de fibra ótica que identificam o real estado dos encanamentos, permitindo a execução de reparos pontuais, com exatidão, reduzindo a necessidade de quebrar pisos ou paredes.
Introduzidos no interior das tubulações, os equipamentos de vídeo inspeção possibilitam a visualização de eventuais avarias com absoluta clareza, gravando imagens em DVD para que sejam observadas as condições dos encanamentos antes e após a realização das desobstruções.
As imagens obtidas podem ser utilizadas na composição de relatórios e em inspeções pós-obras.
Os métodos não destrutivos também envolvem ações para aumentar a vazão dos sistemas de águas e de esgoto através do aumento do diâmetro dos encanamentos deteriorados ou da sua substituição por novos encanamentos ocupando o exato lugar dos antigos.
Cada vez mais presentes no nosso cotidiano, os métodos não destrutivos são aplicados na construção e manutenção de tubulações destinadas a redes de águas pluviais, redes de esgoto, gasodutos, oleodutos, transmissão energia, cabos de telecomunicações, instalações industriais, recuperação de solos contaminados, travessias de rodoviárias, de ferroviárias, de rios, de canais hídricos, etc.
A reabilitação de tubulações também pode ser feita através métodos não destrutivos, por meio de revestimentos com jatos de resina epóxi, argamassa de cimento e areia, argamassa acrílica (especialmente na recuperação de redes subterrâneas complexas ou de difícil acesso), mantas resistentes as efluentes de qualquer natureza (inclusive submetidos a altas temperaturas e a ataques químicos), além de redes que exigem trechos contínuos sem emendas ou juntas.
Entre as técnicas e equipamentos para métodos não destrutivos, se destacam:
- Ferramentas de fragmentação
Acopladas a tracionadores, permitem o acesso aos subsolos através de poços de visita, reduzindo a necessidade de escavações. Os equipamentos de fragmentação destroem as tubulações subterrâneas existentes e espalham seus fragmentos no próprio solo, permitindo a instalação de novas tubulações com o mesmo diâmetro ou com diâmetros maiores.
- Martelos pneumáticos percussivos acoplados a ferramentas de quebra/corte
Tracionados por guincho, os martelos pneumáticos percorrem a linha da tubulação, fragmentando os encanamentos existentes. Uma nova tubulação acoplada a ferramenta e puxada para o interior do solo preenchendo a posição que a tubulação substituída ocupava.
- Perfuratriz pneumática
Através da abertura de pequenos acessos, a perfuratriz pneumática constrói ligações de ramais domiciliares as redes coletoras públicas.
- Perfuração Direcional de Pequena Capacidade
O Sistema de Perfuração Direcional de Pequena Capacidade é adequado para tração máxima de até 10 ton. Indicado para instalação de tubos de pequenos diâmetros (de 50 a 300 mm) (especialmente para cabos de utilidade em áreas com tráfego intenso).
- Perfuração Direcional de Média Capacidade
Indicada para trações entre 10 e 50 ton, a Perfuração Direcional de Média Capacidade atua com acessórios especiais que permitem inclusive a perfuração de rochas. é adequado para instalação de tubulações entre 300 e 600 mm.
- Perfuração Direcional de Alta Capacidade
A técnica para Perfuração Direcional de Alta Capacidade envolve a instalação de estruturas de suporte, compostas por bombas de grande capacidade, recicladores de fluídos e guindastes e  exigem longos períodos para montagem e desmontagem dos equipamentos. Aplicado em trações superiores a 50 ton., o sistema é ideal para instalações de grande porte de redes de águas pluviais, redes de esgoto e demais atividades que exigem tubulações acima de 600mm, como a produção de gás (gasodutos), petróleo e de produtos químicos.
- Fluídos de Perfuração
Materiais como a bentônica, os polímeros, os lubrificantes, os afinastes (solventes) e os adensastes atuam como fluídos de perfuração para auxiliar trabalhos de escavação envolvendo métodos não destrutivos, atuando no jateamento das brocas perfuratrizes (resfriamento e limpeza das cabeças de perfuração), no transporte dos materiais escavados, na estabilização das perfurações, na prevenção de desmoronamentos e na manutenção dos materiais perfurados em suspensão, os fluídos de perfuração reduzem o atrito entre as tubulações e as paredes escavadas (abertura do “túnel” para passagem dos encanamentos).
Os métodos não destrutivos usados em desentupimento de esgoto e desentupimento de águas pluviais evitam interrupções nas atividades desenvolvidas nos imóveis durante a execução dos serviços.
Outro recurso aplicado em métodos não destrutivos é o desvio do fluxo dos encanamentos subterrâneos para tubulações aéreas provisórias, permitindo apenas interrupções parciais em pequenos trechos, por curtos períodos, até que as novas conexões possam ser ativadas.
Para evitar a ocorrência de entupimentos, a Desentupidora São Paulo recomenda a adição de ações de manutenção preventiva periódica.
Evite o descarte inadequado de detritos através das tubulações e verifique as condições de desgaste das tubulações pelo tempo de uso.
Métodos não destrutivos proporcionam trabalhos limpos, econômicos, rápidos e ambientalmente corretos em todos os tipos de tubulações, reduzindo a necessidade de abertura de valas e contribuindo para que eventuais problemas sejam corrigidos com drástica redução dos transtornos causados aos usuários dos ambientes.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Entulhos provocam entupimento de esgoto

Entulhos provocam entupimentos de esgoto

Manter as canalizações de ralos, bueiros e demais acessos para a rede de esgoto limpos e livres de entulho é uma medida mais que necessária para evitar entupimentos. Além dos transtornos pelo colapso do sistema, o retorno de detritos em pias, tanques, ralos, vasos sanitários, provocam sensações extremamente desagradáveis, como mau cheiro nos ambientes.

Para que problemas como estes sejam evitados, a melhor solução é prevenir. Só uma empresa desentupidora altamente especializada pode executar desentupimentos preventivos de qualidade, com equipamentos apropriados, que preservam a integridade dos ramais e redes de esgoto.

Com a prevenção, é possível evitar surpresas como ver o esgoto verter através do solo e suportar o mau cheiro, além dos riscos representados para a saúde das pessoas.


Desentupimento de encanamentos obstruídos por entulho

Há situações em que entulhos levados pela chuva, entopem as tubulações causando entupimento.

Para ocasionar o desentupimento é necessário equipamentos de hidrojateamento, dotados de potentes bombas de média, alta ou ultra pressão.

Alguns entupimentos acontecem pela falta de conscientização de pessoas que deixam todo tipo de resíduo chegar até as tubulações. A Desentupidora São Paulo, empresa com mais de 20 anos de experiência em desentupimento, alerta para a necessidade do armazenamento e descarte corretos de resíduos sólidos para evitar entupimentos e não prejudicar o meio ambiente.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Tietê, o rio que não é só esgoto a céu aberto

Nas marges do Rio Tietê ou próximo delas estão 30 milhões de pessoas e seu entorno e tributários contribuem com 1/4 do PIB nacional.
O rio nasce em Salesópolis. Contrariando o rumo natural em direção ao mar, ele corre para o interior, percorrendo 1136 km por 73 municípios paulistas até sua foz, no rio Paraná, na divisa com Mato Grosso do Sul.
O uso do rio para transporte de mercadorias continua ainda hoje. Através da hidrovia Tietê-Paraná, é escoada a produção agrícola de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e até parte de Rondônia, Tocantins e Minas Gerais. Pelo Tietê a navegação de carga é possível a partir da cidade de Conchas, até a foz no rio Paraná.
Ao longo desse trecho navegável encontram-se muitas barragens, para garantir o fornecimento de energia elétrica. São ao todo dez usinas hidrelétricas, que geram até 2 mil megawatts de energia. As barragens fizeram com que os acidentes naturais do rio fossem todos encobertos pela água.
A partir da década de 20, na capital paulista “com as obras para tornar as margens retas na capital para construir pistas, as pessoas pararam de frequentar o rio e ele foi virando um depósito de lixo”, é o que diz Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica. Antes disso, principalmente na cidade de São Paulo, o rio era utilizado até para esportes náuticos.
Com a industrialização do país, nas décadas de 40 e 50, o rio Tietê passou a receber, na Grande São Paulo, esgoto não tratado e efluentes industriais. São cerca de 595 bilhões de litros de esgoto doméstico não tratado todo ano no rio. A quantidade gigantesca de poluentes faz com que o rio fique com níveis de oxigênio na água perto de zero.
Em Salesópolis, sua água é limpa e cristalina. A partir de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, a qualidade da água recebe a classificação “ruim”. Quando o Tietê se encontra com o Aricanduva, já na capital, passa para “péssima”, e continua desse jeito até receber as águas do rio Sorocaba, em Laranjal Paulista, quando volta a ser “ruim”. É só em Barra Bonita, a 288 km da capital, que a água do rio fica “boa” novamente.
Segundo Paulo Cesar Rocha, doutor em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais, as ameaças aos rios dependem de onde ele passa: “Nas áreas urbanas, as ameaças provém dos efluentes domésticos (quando não tratados corretamente) e industriais.(…)Destes os piores são metais pesados, que são acumulativos nos animais.(…)Nas áreas rurais, os problemas são provenientes do excessivo escoamento superficial que carreia sedimentos em maior quantidade que o normal ao rio.”
 A meta do Governo do Estado e da Sabesp é garantir, até o final da década, água potável, coleta e tratamento de esgoto nas cidades atendidas. O investimento para o período de 2011 a 2015 é de US$ 2 bilhões”
De acordo com a Sabesp, o rio deverá ser despoluído até 2025: “Em 2025 teremos o rio despoluído”, afirmou Dilma Pena, presidente da companhia.
Sobre os processos de despoluição de rios que foram bem sucedidos, como os europeus Tâmisa e Sena, ao compara-los com o Tietê. A doutora em geografia, Andrea Almeida Cavalcante, acredita que “o processo de despoluição é o mesmo, já que a base do problema também é a mesma e está no crescimento das cidades e consequente não tratamento de seus esgotos.(…)Entretanto, não é possível pensar a recuperação do Tietê sem colocá-lo na lista de prioridades de investimentos.

Fato é que, independente da ação humana, no final do rio, em seus últimos 30 km, sua água volta a ser como na nascente, limpa e cristalina. O Tietê acaba desembocando no rio Paraná com a mesma qualidade que nasce.

Fonte: Mundo digital - UNESP

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Impactos do lançamento de esgoto a céu aberto


De acordo com o Ranking do Saneamento com avaliação dos serviços nas 81 maiores cidades do País, divulgado anualmente pelo Instituto Trata Brasil, em 2008 eram despejados, diariamente, 5,9 bilhões de litros de esgoto sem tratamento algum, somente nessas cidades, contaminando solos, rios, mananciais e praias do país com impactos diretos à saúde da população.

Engana-se quem pensa que os impactos da concentração de lixo nos esgotos a céu aberto e nos rios afeta apenas a saúde daqueles que moram nas comunidades carentes. Grande parte dessas substâncias tóxicas que estão concentradas nos esgotos a céu aberto são voláteis e evaporam levando o "problema" para uma área muito maior. Veja só: todos os anos, no início do ano, nossas cidades sofrem com as enchentes. Imagine você, que trafega pelas redondezas do Rio Tietê, por exemplo, ou de qualquer corpo de água do país, com as chuvas, todo aquele esgoto que está sendo jogado direto no rio irá evaporar e você irá respirar esse ar contaminado pelas substâncias químicas. Não há escolha, você pode estar em qualquer parte da cidade, mas você será atingido por esse verdadeiro inimigo invisível.

A sociedade deve se unir e cobrar de seus governantes um olhar mais atento e investimentos prioritários na coleta e esgoto devem ser feitos para garantir qualidade de vida à nossa população e, principalmente, às nossas futuras gerações.

Fonte: Instituto Trata Brasil