segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Métodos não destrutivos em desentupimentos

Desentupidora São Paulo atua com métodos não destrutivos em desentupimentos (MND), que reduzem as necessidades de intervenções nas superfícies, evitando rupturas de pisos ou paredes, proporcionando menos interrupções de tráfego e desocupação dos ambientes em que ocorrem problemas, principalmente em tubulações instaladas nos subsolos.
Os materiais e equipamentos utilizados pela Divisão de Métodos Não Destrutivos da Desentupidora São Paulo  são específicos para realizar reparos, recuperação, substituição ou reabilitação de tubulações de ferro fundido, cerâmica (manilha), concreto armado, cimento amianto, PVC, ferro dúctil ou aço construído no solo, que se encontrem avariado.
Algumas irregularidades são potenciais causadoras de avarias em redes de esgoto e de águas pluviais, entre as quais se destacam a deterioração, o desgaste pelo tempo de uso, dificuldades de reposição por descontinuidade de fabricação, incrustações de resíduos solidificados nas paredes dos encanamentos, corrosão, vazamentos por rupturas, sub-dimensionamentos, declives insuficientes para proporcionar vazão por gravidade, quebras, trincas e intrusão de raízes.
Nos países desenvolvidos, as redes de esgotos são monitoradas e diagnosticadas através de método não destrutivo (vídeo inspeção) em intervalos máximos de cinco anos.
Com os métodos não destrutivos, os desentupimentos são realizados com o mínimo de interferências internas, externas ou no entorno das edificações, permitindo que as atividades exercidas nos locais por moradores, indústrias, comércio e prestação de serviços não sejam interrompidas.

Além de reduzir a necessidade de abertura de pisos e paredes para a realizar eventuais reparos, a Divisão de Métodos Não Destrutivos da Desentupidora São Paulo desenvolve ações preventivas com equipamentos de limpeza periódica (desentupimentos e raspagens), pesquisas e investigações de campo, mapeamento da redes existentes no subsolo por meio de geo radar (GPR - Ground Penetrating Radar), detecção eletromagnética (via rádio detecção) e por ultrassom (Geofone).
vídeo inspeção e os diagnósticos por imagem são recursos fundamentais para determinar qual método não destrutivo deve ser empregado na desobstrução.
O sistema de vídeo inspeção e diagnóstico por imagem por CFTV (Circuito Fechado de TV) da Desentupidora São Paulo utiliza a tecnologia “pipe view”, com câmeras especiais robotizadas dotadas de lentes de cristal de safira ultra resistentes e cabos de fibra ótica que identificam o real estado dos encanamentos, permitindo a execução de reparos pontuais, com exatidão, reduzindo a necessidade de quebrar pisos ou paredes.
Introduzidos no interior das tubulações, os equipamentos de vídeo inspeção possibilitam a visualização de eventuais avarias com absoluta clareza, gravando imagens em DVD para que sejam observadas as condições dos encanamentos antes e após a realização das desobstruções.
As imagens obtidas podem ser utilizadas na composição de relatórios e em inspeções pós-obras.
Os métodos não destrutivos também envolvem ações para aumentar a vazão dos sistemas de águas e de esgoto através do aumento do diâmetro dos encanamentos deteriorados ou da sua substituição por novos encanamentos ocupando o exato lugar dos antigos.
Cada vez mais presentes no nosso cotidiano, os métodos não destrutivos são aplicados na construção e manutenção de tubulações destinadas a redes de águas pluviais, redes de esgoto, gasodutos, oleodutos, transmissão energia, cabos de telecomunicações, instalações industriais, recuperação de solos contaminados, travessias de rodoviárias, de ferroviárias, de rios, de canais hídricos, etc.
A reabilitação de tubulações também pode ser feita através métodos não destrutivos, por meio de revestimentos com jatos de resina epóxi, argamassa de cimento e areia, argamassa acrílica (especialmente na recuperação de redes subterrâneas complexas ou de difícil acesso), mantas resistentes as efluentes de qualquer natureza (inclusive submetidos a altas temperaturas e a ataques químicos), além de redes que exigem trechos contínuos sem emendas ou juntas.
Entre as técnicas e equipamentos para métodos não destrutivos, se destacam:
- Ferramentas de fragmentação
Acopladas a tracionadores, permitem o acesso aos subsolos através de poços de visita, reduzindo a necessidade de escavações. Os equipamentos de fragmentação destroem as tubulações subterrâneas existentes e espalham seus fragmentos no próprio solo, permitindo a instalação de novas tubulações com o mesmo diâmetro ou com diâmetros maiores.
- Martelos pneumáticos percussivos acoplados a ferramentas de quebra/corte
Tracionados por guincho, os martelos pneumáticos percorrem a linha da tubulação, fragmentando os encanamentos existentes. Uma nova tubulação acoplada a ferramenta e puxada para o interior do solo preenchendo a posição que a tubulação substituída ocupava.
- Perfuratriz pneumática
Através da abertura de pequenos acessos, a perfuratriz pneumática constrói ligações de ramais domiciliares as redes coletoras públicas.
- Perfuração Direcional de Pequena Capacidade
O Sistema de Perfuração Direcional de Pequena Capacidade é adequado para tração máxima de até 10 ton. Indicado para instalação de tubos de pequenos diâmetros (de 50 a 300 mm) (especialmente para cabos de utilidade em áreas com tráfego intenso).
- Perfuração Direcional de Média Capacidade
Indicada para trações entre 10 e 50 ton, a Perfuração Direcional de Média Capacidade atua com acessórios especiais que permitem inclusive a perfuração de rochas. é adequado para instalação de tubulações entre 300 e 600 mm.
- Perfuração Direcional de Alta Capacidade
A técnica para Perfuração Direcional de Alta Capacidade envolve a instalação de estruturas de suporte, compostas por bombas de grande capacidade, recicladores de fluídos e guindastes e  exigem longos períodos para montagem e desmontagem dos equipamentos. Aplicado em trações superiores a 50 ton., o sistema é ideal para instalações de grande porte de redes de águas pluviais, redes de esgoto e demais atividades que exigem tubulações acima de 600mm, como a produção de gás (gasodutos), petróleo e de produtos químicos.
- Fluídos de Perfuração
Materiais como a bentônica, os polímeros, os lubrificantes, os afinastes (solventes) e os adensastes atuam como fluídos de perfuração para auxiliar trabalhos de escavação envolvendo métodos não destrutivos, atuando no jateamento das brocas perfuratrizes (resfriamento e limpeza das cabeças de perfuração), no transporte dos materiais escavados, na estabilização das perfurações, na prevenção de desmoronamentos e na manutenção dos materiais perfurados em suspensão, os fluídos de perfuração reduzem o atrito entre as tubulações e as paredes escavadas (abertura do “túnel” para passagem dos encanamentos).
Os métodos não destrutivos usados em desentupimento de esgoto e desentupimento de águas pluviais evitam interrupções nas atividades desenvolvidas nos imóveis durante a execução dos serviços.
Outro recurso aplicado em métodos não destrutivos é o desvio do fluxo dos encanamentos subterrâneos para tubulações aéreas provisórias, permitindo apenas interrupções parciais em pequenos trechos, por curtos períodos, até que as novas conexões possam ser ativadas.
Para evitar a ocorrência de entupimentos, a Desentupidora São Paulo recomenda a adição de ações de manutenção preventiva periódica.
Evite o descarte inadequado de detritos através das tubulações e verifique as condições de desgaste das tubulações pelo tempo de uso.
Métodos não destrutivos proporcionam trabalhos limpos, econômicos, rápidos e ambientalmente corretos em todos os tipos de tubulações, reduzindo a necessidade de abertura de valas e contribuindo para que eventuais problemas sejam corrigidos com drástica redução dos transtornos causados aos usuários dos ambientes.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Limpeza de Caixa D´água

Confira o Passo a Passo para a Limpeza da Caixa d´água
1) Programe com antecedência o dia da lavagem da sua caixa d'água.
2) Tenha certeza de que a escada que dá acesso à caixa está bem posicionada.
3) Feche o registro da entrada de água na casa.
4) Armazene água da própria caixa para usar enquanto estiver fazendo a limpeza.
5) O fundo da caixa deve estar com um palmo de água.
6) Tampe a saída para poder usar este palmo de água do fundo e para que a sujeira não desça pelo ralo.
7) Utilize um pano úmido para lavar as paredes e o fundo da caixa. Se a caixa for de fibrocimento, substitua o pano úmido por uma escova de fibra vegetal ou de fio de plástico macio. Não use escova de aço, vassoura, sabão, detergente ou outros produtos químicos.
8)Retire a água da lavagem e a sujeira com uma pá de plástico, balde e panos. Seque o fundo com panos limpos e evite passá-los nas paredes.
9)Ainda com a saída da caixa fechada, deixe entrar um palmo de água e adicione dois litros de água sanitária. Deixe por duas horas e use esta solução desinfetante para molhar as paredes com a ajuda de uma brocha e um balde ou caneca de plástico.
10)Verifique a cada 30 minutos se as paredes secaram. Se isso tiver acontecido, faça quantas aplicações da mistura forem necessárias até completar duas horas.
11)Não use esta água de forma alguma por duas horas.
12) Passadas as duas horas, ainda com a bóia amarrada ou o registro fechado, abra a saída da caixa e a esvazie. Abra todas as torneiras e acione as descargas para desinfetar todas as tubulações da casa.
13)Procure usar a primeira água para lavar o quintal, banheiros e pisos.
14) Tampe bem a caixa para que não entrem insetos, sujeiras ou pequenos animais. Isso evita a transmissão de doenças. A tampa tem que ter sido lavada antes de ser colocada no lugar.
15)Anote do lado de fora da caixa a data da limpeza e na agenda a data para a próxima limpeza. Abra a entrada de água da casa e deixe a caixa encher. Esta água já pode ser usada.
Fonte: SABESP

desentupidora São Paulo realiza a limpeza de caixas d`água. Ligue 3151-5000
 desentupidora São Paulo também realiza a limpeza de fossas sépticas, fossas negras, tanques de efluentes, poços de recalque, poços artesianos, esgotamento e escoamento de águas em enchentes e inundações, esvaziamento de piscinas, reservatórios de líquidos, poços de recalque, tanques de decantação, caixas de esgoto e caixas de gordura em São Paulo, hidrojateamentovideo inspeção para avaliar as tubulações com precisão e efetuar  desentupimentos, verifica vazamentos e efetua dedetizações. Contrate você também a desentupidora São Paulo!!! Atendimento todos os dias da semana 24 horas!!!!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Projeto para iniciativa privada explorar água e esgoto no MT

Os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Complementar nº 13/2013 que institui a Política Municipal de Saneamento Básico, e estabelece regras e prioridades para universalização dos serviços de saneamento básico. O plano também tem uma autorização que começou a causar polêmica: a intenção da prefeitura em conceder os serviços de água e esgoto para uma empresa particular através de licitação. A aprovação do projeto libera a prefeitura de continuar "comandando" o SAAES e repassar para iniciativa privada a exploração e cobrança dos serviços de água e esgoto. Os vereadores Fernando Assunção (PSDB), Cláudio Santo (DEM) e Wollgran Lima (DEM) foram contrários.
"São várias matérias dentro de um projeto só, então é essa a nossa crítica em relação ao assunto. Não precisava ser junto com esse projeto a parte de concessão da água e esgoto e resíduos sólidos", afirmou o vereador Fernando Assunção (PSDB). "No primeiro momento, a gente tem uma leitura onde o SAAES é alto suficiente, está com vários recursos federais destinados para Sinop (MT), tem um corpo de funcionários que desenvolve um trabalho a altura de Sinop (MT). Então não é momento de se "privatizar", complementou.
Wolgran afirmou, ao Só Notícias, Ele explicou que ele tem que ser cuidadosamente analisado, até porque se uma empresa assumir os serviços, ela também assume as despesas, bem como as verbas destinada ao esgoto". Ele reforçou que não é coisa de se resolver em cima da hora.
Cláudio Santos (DEM) apontou que a concessão da rede de esgoto deveria ser tratada de forma separada. “Por que não trata primeiro o assunto de instituir a Política Municipal de Saneamento Básico e, depois, se trata da concessão? Então, é por esse motivo que nosso posicionamento é contrário a esse projeto”, declarou.

O Presidente Dalton Martini disse que  "a sociedade será ouvida na oportunidade da concessão. Serão feitas as audiências públicas e também o acompanhamento através de uma emenda que estamos fazendo em uma comissão especial, envolvendo toda a sociedade. Nós estamos colocando aí a OAB, CDL, Unemat, UFMT, as representatividades, inclusive o Ministério Público”.
O vereador Júlio Dias se manifestou favorável. "É um projeto que institui nosso plano municipal, até porque é uma exigência de uma lei federal onde todas as prefeituras tem que ter esse plano. Se não, a partir de 2014, as prefeituras que não tiverem não receberão recursos federais. A questão da concessão vamos discutir num outro momento, não necessariamente que a gente aprova o plano, que somos obrigados a fazer a concessão", completou.
Conforme Só Notícias antecipou, no projeto enviado na quarta-feira à câmara o prefeito prevê que a prefeitura fará licitação -concorrência pública- e a empresa vencedora vai explorar comercialmente por 30 anos os seguintes serviços públicos: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos e limpeza pública. O procedimento de contratação das concessões deverá atender previsão de prazo para universalização do acesso aos serviços públicos no município, metas progressivas e graduais de expansão dos serviços.
Juarez propõe que as tarifas devem ser na "forma a atender às necessidades de investimentos. É de responsabilidade integral do concessionário, mediante reequilíbrio econômico-financeiro, pelo pagamento de eventuais indenizações e ou dívidas contratadas pelo poder concedente em razão de eventuais investimentos realizados e não integralmente amortizados pela receita emergente da prestação dos serviços.
O projeto da prefeitura prevê ainda que "as tarifas e outros preços públicos serão fixados de forma clara e objetiva, devendo os reajustes e as revisões ser tornados públicos com antecedência mínima de 30 dias com relação à sua aplicação".  Os reajustes devem ocorrer com intervalo mínimo de 12 meses e "poderão se dar mediante indicador geral de preços para reajustar a parcela de custos administráveis pelo prestado, e a incorporação da variação real de preços no que se refere às despesas com energia elétrica, tributos e com outros custos não administráveis, respeitando-se os parâmetros de uso racional de insumos e recursos naturais". A proposta é estabelecer, "como mecanismo tarifário de indução à eficiência, que os ganhos dela decorrentes pertencerão integralmente ao prestador dos serviços". 
O projeto prevê que as minutas do edital de licitação e do contrato de concessão relativos aos serviços públicos de saneamento básico serão objeto de audiência pública.
Não serão considerados válidos os reajustes ou revisão de tarifas ou taxas sem a prévia oitiva do Conselho Municipal de Saneamento Básico.
A empresa que for explorar os serviços de água e esgoto também fará investimentos. Os que forem em bens reversíveis pelos prestadores dos serviços contratados constituirão créditos perante o Município, a serem recuperados mediante a exploração dos serviços, nos termos do contrato e das normas de regulação. Os prestadores deverão contabilizar em seu ativo permanente, em conta de investimento, os créditos mencionados e o Município deverá contabilizar em seu ativo permanente do balanço patrimonial os bens reversíveis produzidos pelo investimento, com menção de que estão vinculados por direitos de exploração do prestador. Integram o patrimônio do Município e não geram crédito ao prestador os investimentos feitos sem ônus para o prestador. Os investimentos, os valores amortizados e os respectivos saldos serão anualmente auditados e certificados pelo órgão ou entidade de regulação e fiscalização. Os créditos decorrentes de investimentos devidamente certificados poderão constituir garantia de empréstimos ou operações de financiamento, destinados exclusivamente aos investimentos nos serviços públicos de saneamento básico objeto do respectivo contrato, inclusive as obras públicas e os projetos associados, direta ou indiretamente, aos referidos serviços".
Na justificativa do projeto que o prefeito mandou aos vereadores, e deve gerar polêmica, não é informando quanto a empresa vencedora da licitação repassará para o município a partir do momento que se tornar concessionária e o montante inicial que será obrigada a investir na expansão dos serviços de água, esgoto, dentre outros.
Pelo balanço que o SAAES de Sinop enviou ao TCE, a receita no ano anterior atingiu pouco mais de R$ 20,8 milhões, com destaques para o meses de maio com R$ 3 milhões e outubro, R$ 2,8 milhões. Somente com as taxas para prestações de serviços foram arrecadados cerca de R$ 222 mil.
O setor de águas e esgotos em Sinop é um dos que mais recebeu recursos públicos federais nos últimos anos para expandir redes de água tratada e iniciar as obras da rede de esgoto.

http://www.desentupirasaopaulo.com
Fonte: Redação Só Notícias (colaborou: Laércio Romão)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Entulhos provocam entupimento de esgoto

Entulhos provocam entupimentos de esgoto

Manter as canalizações de ralos, bueiros e demais acessos para a rede de esgoto limpos e livres de entulho é uma medida mais que necessária para evitar entupimentos. Além dos transtornos pelo colapso do sistema, o retorno de detritos em pias, tanques, ralos, vasos sanitários, provocam sensações extremamente desagradáveis, como mau cheiro nos ambientes.

Para que problemas como estes sejam evitados, a melhor solução é prevenir. Só uma empresa desentupidora altamente especializada pode executar desentupimentos preventivos de qualidade, com equipamentos apropriados, que preservam a integridade dos ramais e redes de esgoto.

Com a prevenção, é possível evitar surpresas como ver o esgoto verter através do solo e suportar o mau cheiro, além dos riscos representados para a saúde das pessoas.


Desentupimento de encanamentos obstruídos por entulho

Há situações em que entulhos levados pela chuva, entopem as tubulações causando entupimento.

Para ocasionar o desentupimento é necessário equipamentos de hidrojateamento, dotados de potentes bombas de média, alta ou ultra pressão.

Alguns entupimentos acontecem pela falta de conscientização de pessoas que deixam todo tipo de resíduo chegar até as tubulações. A Desentupidora São Paulo, empresa com mais de 20 anos de experiência em desentupimento, alerta para a necessidade do armazenamento e descarte corretos de resíduos sólidos para evitar entupimentos e não prejudicar o meio ambiente.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Tietê, o rio que não é só esgoto a céu aberto

Nas marges do Rio Tietê ou próximo delas estão 30 milhões de pessoas e seu entorno e tributários contribuem com 1/4 do PIB nacional.
O rio nasce em Salesópolis. Contrariando o rumo natural em direção ao mar, ele corre para o interior, percorrendo 1136 km por 73 municípios paulistas até sua foz, no rio Paraná, na divisa com Mato Grosso do Sul.
O uso do rio para transporte de mercadorias continua ainda hoje. Através da hidrovia Tietê-Paraná, é escoada a produção agrícola de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e até parte de Rondônia, Tocantins e Minas Gerais. Pelo Tietê a navegação de carga é possível a partir da cidade de Conchas, até a foz no rio Paraná.
Ao longo desse trecho navegável encontram-se muitas barragens, para garantir o fornecimento de energia elétrica. São ao todo dez usinas hidrelétricas, que geram até 2 mil megawatts de energia. As barragens fizeram com que os acidentes naturais do rio fossem todos encobertos pela água.
A partir da década de 20, na capital paulista “com as obras para tornar as margens retas na capital para construir pistas, as pessoas pararam de frequentar o rio e ele foi virando um depósito de lixo”, é o que diz Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica. Antes disso, principalmente na cidade de São Paulo, o rio era utilizado até para esportes náuticos.
Com a industrialização do país, nas décadas de 40 e 50, o rio Tietê passou a receber, na Grande São Paulo, esgoto não tratado e efluentes industriais. São cerca de 595 bilhões de litros de esgoto doméstico não tratado todo ano no rio. A quantidade gigantesca de poluentes faz com que o rio fique com níveis de oxigênio na água perto de zero.
Em Salesópolis, sua água é limpa e cristalina. A partir de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, a qualidade da água recebe a classificação “ruim”. Quando o Tietê se encontra com o Aricanduva, já na capital, passa para “péssima”, e continua desse jeito até receber as águas do rio Sorocaba, em Laranjal Paulista, quando volta a ser “ruim”. É só em Barra Bonita, a 288 km da capital, que a água do rio fica “boa” novamente.
Segundo Paulo Cesar Rocha, doutor em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais, as ameaças aos rios dependem de onde ele passa: “Nas áreas urbanas, as ameaças provém dos efluentes domésticos (quando não tratados corretamente) e industriais.(…)Destes os piores são metais pesados, que são acumulativos nos animais.(…)Nas áreas rurais, os problemas são provenientes do excessivo escoamento superficial que carreia sedimentos em maior quantidade que o normal ao rio.”
 A meta do Governo do Estado e da Sabesp é garantir, até o final da década, água potável, coleta e tratamento de esgoto nas cidades atendidas. O investimento para o período de 2011 a 2015 é de US$ 2 bilhões”
De acordo com a Sabesp, o rio deverá ser despoluído até 2025: “Em 2025 teremos o rio despoluído”, afirmou Dilma Pena, presidente da companhia.
Sobre os processos de despoluição de rios que foram bem sucedidos, como os europeus Tâmisa e Sena, ao compara-los com o Tietê. A doutora em geografia, Andrea Almeida Cavalcante, acredita que “o processo de despoluição é o mesmo, já que a base do problema também é a mesma e está no crescimento das cidades e consequente não tratamento de seus esgotos.(…)Entretanto, não é possível pensar a recuperação do Tietê sem colocá-lo na lista de prioridades de investimentos.

Fato é que, independente da ação humana, no final do rio, em seus últimos 30 km, sua água volta a ser como na nascente, limpa e cristalina. O Tietê acaba desembocando no rio Paraná com a mesma qualidade que nasce.

Fonte: Mundo digital - UNESP

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Impactos do lançamento de esgoto a céu aberto


De acordo com o Ranking do Saneamento com avaliação dos serviços nas 81 maiores cidades do País, divulgado anualmente pelo Instituto Trata Brasil, em 2008 eram despejados, diariamente, 5,9 bilhões de litros de esgoto sem tratamento algum, somente nessas cidades, contaminando solos, rios, mananciais e praias do país com impactos diretos à saúde da população.

Engana-se quem pensa que os impactos da concentração de lixo nos esgotos a céu aberto e nos rios afeta apenas a saúde daqueles que moram nas comunidades carentes. Grande parte dessas substâncias tóxicas que estão concentradas nos esgotos a céu aberto são voláteis e evaporam levando o "problema" para uma área muito maior. Veja só: todos os anos, no início do ano, nossas cidades sofrem com as enchentes. Imagine você, que trafega pelas redondezas do Rio Tietê, por exemplo, ou de qualquer corpo de água do país, com as chuvas, todo aquele esgoto que está sendo jogado direto no rio irá evaporar e você irá respirar esse ar contaminado pelas substâncias químicas. Não há escolha, você pode estar em qualquer parte da cidade, mas você será atingido por esse verdadeiro inimigo invisível.

A sociedade deve se unir e cobrar de seus governantes um olhar mais atento e investimentos prioritários na coleta e esgoto devem ser feitos para garantir qualidade de vida à nossa população e, principalmente, às nossas futuras gerações.

Fonte: Instituto Trata Brasil

 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Acesso a Rede de Esgoto


 27 milhões de residências não têm rede de esgoto de acordo com IBGE

 

Pouco mais da metade das residências no Brasil estão ligadas à rede coletora de esgoto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 35,8 milhões domicílios que contam com esse serviço, o correspondente a 57,1% de todo o universo investigado. O dado está presente na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2012).

Em relação a 2011, houve avanço de 2,1 pontos percentuais na proporção de casas com rede coletora de esgoto. Na região Sul, 42,3% das casas tinham essa característica. Por outro lado, do total de domicílios da região Norte, 13% estavam ligados à rede de esgoto.

Ao todo, o IBGE identificou 62,8 milhões de domicílios particulares em 2012. Isso significou um avanço de 2,5% frente aos dados observados no ano anterior. Na região Norte, foi constatada a existência de 4,6 milhões de domicílios, aumento de 3,3% na comparação com 2011. No Nordeste, o total de domicílios cresceu 2,9%, chegando a 16,4 milhões de unidades. A maior parte se concentra no Sudeste. São 27,4 milhões de domicílios, incremento de 2,2% sobre o volume notado no ano anterior.

Do total pesquisado, o instituto identificou que 74,8% eram próprios, percentual semelhante ao que fora observado em 2011. Nesse universo, 69,9% já estavam quitados, e 4,9% em fase de quitação. Outros 17,7% eram alugados, e 7,1% deles estavam cedidos.




Fonte: terra noticias